Quem Somos

O acesso à internet permitiu ao cidadão revolucionar a democracia, demandando um diálogo inédito entre eleitores e aqueles que os representam. Se antes a comunicação se assemelhava a um discurso, no qual um lado fala, enquanto o outro escuta, a inclusão digital a transformou numa via de mão dupla. Mas quem estava no poder, claro, não ficou feliz ao ouvir o que não queria.

Era uma questão de tempo até que tais forças se voltassem contra este “obstáculo” da cidadania. O Brexit e a eleição de Donald Trump em 2016 foram a gota d’água para o “discurso vigente”, que resolveu contra-atacar mirando a liberdade de expressão, pilar de uma rede de comunicação ainda tão jovem.

A primeira vítima foram os algoritmos, tanto das redes sociais, como dos motores de busca. Se antes trabalhavam com relativa imparcialidade, foram atacados até as gigantes da web permitirem interferência humana.

No Brasil, isto ficou simbolicamente marcado com a contratação de agências de fact-checking com nítido viés político para a missão de definir o que seria verdade e mentira no ano da eleição mais importante da história desta nação.

O Radar da Censura nasce neste contexto. Para combater a desinformação propagada por aqueles que alegam combater notícias falsas. Para mostrar o jogo politicamente dissimulado por trás de uma censura abjeta que parecia fazer parte de um passado já distante, de um século anterior. E, acima de tudo, para defender a liberdade de expressão, este direito humano que tem sido deploravelmente vilipendiado pela imprensa tradicional – justo esta que deveria zelar por tão nobre valor.

Fazem parte deste projeto ativistas, veículos alternativos e pensadores independentes que se sentem sabotados e censurados. E que acreditam na democracia como forma de reverter esta situação.

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